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Serviços Especiais |
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PROGRAMA SUPREMACIA NO ATENDIMENTO
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Foco: Supermercados e varejo em
geral
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PROJETO MOBILITÉ
UNIQUE As chamadas "pessoas únicas" formam um grupo especial na empresa. Agem com rapidez, tem mobilidade para reverter uma situação contrária aos interesses da empresa, conhecem os clientes lendo seus movimentos e interpretando seus anseios e suas dúvidas, falam com clareza, sabem sorrir constantemente ou na ocasião exata, enfrentam desafios, tem responsabilidade, tem alto nível de controle emocional, sabem cativar o cliente e tem mobilidade para agir dentro da empresa como se dona dela fossem. Pois são essas pessoas que trazem os melhores resultados para a empresa. Onde estão as "pessoas únicas" ? Nosso trabalho é descobri-las e prestar todo o trabalho de qualificação profissional. |
CURSO DE HABILIDADES EM VENDAS
ENCONTRO MOTIVACIONAL
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Palavras ao Vento
De Felipe Daiello
O QUÊ:
Lançamento e sessão de autógrafos do livro Palavras ao Vento,
de Felipe Daiello (Editora AGE, 311 páginas, R$ 39,00).
QUANDO: Sábado, 11 de julho, às 18h.
ONDE: Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi (João Wallig, 1800) -
Porto Alegre

Histórias ouvidas desde a infância até a maturidade, muitas delas
esquecidas, apagadas, mas que o movimento das folhas, das árvores, das ondas do
mar, das nuvens no céu, teimam em recordar; os relatos que poderiam ficar
guardados apenas na memória foram traduzidos em palavras por Felipe Daiello no
livro Palavras ao Vento, que a Editora AGE lança no dia 11 de
julho, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre. Em sua nova
incursão pelo mundo das letras, o autor brinda o leitor com textos criativos,
muitas vezes emocionantes e bem-humorados. São 107 textos divididos em cinco
capítulos com temas conectados a cada fase da vida, tendo um vento como guia e
mensageiro.
Gaúcho de Porto Alegre, Daiello é engenheiro, professor, pesquisador e empresário. Também escreveu e editou As Minhas Marias e As Minhas Ilhas (2006), A Revolução dos Velhos (2007) e Enfrentando os Tubarões (2008).
EDITORIAL
EMPRÉSTIMO AO FMI: UM NOVO MARCO NO DESENVOLVIMENTO DO BRASIL
A notícia que causou impacto aos menos crentes no desenvolvimento da economia brasileira, foi, inegavelmente, o empréstimo concedido pelo Brasil ao Fundo Monetário Internacional, outrora o temido FMI.
Depois de todo o alarido de “fora Fmi”, como disse o Presidente Lula da Silva, chegou a nossa vez de orgulhosamente anunciar que emprestamos dinheiro àquela agora conceituada instituição; conceituada porque se assim não o fosse por certo não haveria a concessão do empréstimo.
O que tudo isto significa?
Se qualquer cidadão ou empresa cede seus recursos por empréstimo a outro, ou a outra empresa, significa que sua situação econômica e financeira está, como se diz, “um mar de rosas”, ou seja, tudo no mais absoluto controle, com todas as contas em dia, nada mais a gastar ou investir, etc., etc.
O Brasil empresta dez bilhões de dólares ao FMI. Isto significa que por aqui está tudo bem, e nós até podemos acompanhar pela mídia como está tudo a mil maravilhas, senão vejamos:
1) estradas federais – especialmente no norte e nordeste – em ótimo estado de conservação, sem nenhum buraco, pistas alargadas, enfim, nada mais a fazer, senão a manutenção, com pessoal permanentemente fiscalizando as condições das rodovias;
2) saúde – grande número de postos de saude capacitados para atender toda a população, sem filas, com médicos à disposição dos pacientes, diariamente presentes nos postos de saúde, e novos hospitais com o equipamento de mais alta tecnologia, além de medicamentos de uso contínuo para distribuição à população;
3) educação – escolas de construção de alto nível, com professores qualificados, merenda escolar de boa qualidade (nenhum produto vencido), transporte escolar (em ônibus e micros com todo o conforto e segurança para os alunos e os professores), material escolar para cada aluno e móveis e equipamentos de qualidade nas salas de aula, incluindo informática;
4) habitação – casas populares construídas em todo o país, gerando empregos e vida digna a todos, com toda estrutura, como saneamento, iluminação, transporte, etc.;
5) agricultura e pecuária – incentivos ao trabalho no campo, através de financiamentos, prêmios pela produção, possibilitando alimentação saudável à população e exportação de produtos altamente qualificados;
6) indústria – produção de bens com impostos acessíveis, exportação em expansão pela qualidade;
7) comércio – atividade em largo desenvolvimento devido ao baixíssimo índice de desemprego no país, renda per capita em crescimento, concorrência salutar;
8) serviços – empresas e pessoas capacitadas, cursos permanentes de atualização com incentivos do governo federal, alta tecnologia aplicada, serviços com muito baixo índice de reclamações, como telefonia, água, energia elétrica, gás, etc.;
9) serviço público – atendimento exemplar à população com profissionais capacitados e bem remunerados.
Em face de todo esse crescimento ora relatado, verificamos que algumas situações, outrora permanentes, foram extintas, como:
1) o analfabetismo;
2) greves, passeatas, tumultos, por melhores condições de trabalho, por salários mais adequados, etc.;
3) acidentes em rodovias motivados por estradas mal conservadas, veículos não vistoriados e motoristas incapacitados para a direção de qualquer veículo;
4) alto índice de desemprego, pois atualmente o empregado escolhe onde quer trabalhar;
5) pessoas morando debaixo de marquises, de viadutos, esmoleiros, crianças, de aluguel ou não, nos cruzamentos das grandes cidades pedindo dinheiro;
6) movimentos de pessoas em acampamentos rurais pedindo terras para produzir; agora tem trabalho para todos;
7) filas e as consequentes reclamações em postos de saude, emergências, hospitais, e a extinção definitiva dos óbitos decorridos por falta de atendimento nas casas de saude.
O Presidente da República do Brasil, ao anunciar o empréstimo ao FMI, com recursos dos impostos pagos pela população, obviamente e antecipadamente, por certo, utilizou verba para sanar todos os problemas que aflige o país, pois, caso contrário, não teria cedido recursos financeiros que pertencem ao povo pagador para o saneamento de problemas em outros países. Claro que não, afinal estamos próximos de uma eleição, e o objetivo do Presidente é que no mínimo o seu partido político permaneça no poder.
E tem mais: com os juros a serem arrecadados pelo empréstimo ao FMI o povo brasileiro terá sua carga tributária sensivelmente reduzida. É outra obviedade.
Parabéns, Brasil. Você conseguiu.
O BRASIL MUDA PARA A COPA DO MUNDO
A escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo em 2014, se pressupõe irá representar uma série de avanços na área urbanística em pelo menos quatorze capitais brasileiras. Certamente, essas mudanças gerarão milhares de empregos, suavizando a crise atual.
Contudo há dúvidas se o investimento programado trará reais benefícios para a população atingida. Outro aspecto é que muitas inovações, envolvendo a comunidade, não tiveram qualquer consulta popular, foram debatidas dentro de gabinetes e, por conseguinte, impostas à população.
Um destes claros exemplos situa-se em Porto Alegre, onde a construção de uma linha subterrânea de metrô divide opiniões. Ora, Porto Alegre é uma das poucas cidades do país bem servida em transporte coletivo, com ônibus cortando toda a cidade, micro-ônibus como transporte seletivo e o principal, veículos constantemente inspecionados por um eficiente serviço público municipal. Entretanto, se esta é a opção única, que sejam eliminados os corredores de ônibus, já que estes terão a frota reduzida e que as vias públicas sejam arborizadas com paisagismo moderno e atraente, a molde de Paris e Buenos Aires e que as estações de metrô não sejam transformadas em locais frios de simples transitar de pedestres, mas centros de compras, como artesanato, livraria,cafeteria, lojas de souvenir, etc.
O aeromóvel, que já é um projeto ideal para Porto Alegre, não deve ser esquecido, pois poderia percorrer o espaço aéreo pela avenida Ipiranga e servir a vários bairros, passando pela PUC e pelo campus da URGS a um custo mais racionalizado.
A preocupação nas mudanças não é diferente em outras regiões do país. Lideranças já se manifestam contrárias a determinadas obras, estando em vias de acionar os direitos dos cidadãos habitantes. Em São Paulo, ocorrerão obras de peso que evitarão alagamentos em dias de chuva? O Tietê será trabalhado? E os alagamentos no Rio e Belo Horizonte também serão combatidos com as obras necessárias? É o momento propício para por em prática o tão propalado PAC.
Cidades próximas às capitais escolhidas também desejam aproveitar os benefícios, já que muitas tem condições de acomodar os visitantes.
O alargamento de ruas e avenidas obrigará a desapropriações, aspectos que muitos governantes parecem desconhecer os problemas resultantes, como manifestações públicas e ações judiciais.
Não resta a menor dúvida que o Brasil precisa estar bem preparado para um evento desta envergadura, não esquecendo a construção de hospitais e centros de saúde (o que parece não constar nos projetos). Neste momento, o importante - em nossa opinião - é a contratação de estagiários na área de arquitetura urbanística.
Alguns projetos são dispensáveis, uma vez que a população presente nos jogos, durante a Copa, sequer será o dobro da que comparece a um grande clássico.
O mais importante é que as cidades disponham de serviços, como segurança permanente, hoteis, restaurantes, hospitais (prontos para qualquer intervenção), ambulâncias, bombeiros, transporte coletivo em bom estado (conforto, segurança, deslocamento rápido), espaços para estacionamento ágil (possibilidade de saída rápida), estádios confortáveis, etc., enquanto o alargamento de ruas, prolongamento de vias férreas, e outras obras de envergadura custarão verdadeiras fortunas ao erário público.
O progresso que a população mais deseja está na área de segurança pública, saúde e educação.
Também não vamos querer um simplório pincelar de cal nas guias de calçadas.
Resumindo, o que todas as cidades necessitam para receber os turistas:
1) Combate aos depredadores do patrimônio público e privado através de vigilância eletrônica e pessoal.
2) Cidade com reestruturação definitiva, tomando como exemplos Buenos Aires, Paris e Dubai.
3) Melhorias no transporte fluvial (se houver vias navegáveis).
4) Todas as praças e parques devidamente limpas e ajardinadas e não apenas as localizadas em bairros nobres. Instalação de coretos com atrações musicais.
5) Calçadas (passeios) pavimentadas.
6) Ruas limpas e muito bem iluminadas.
7) Orla marítima atrativa (se houver).
8) Riachos canalizados.
9) Rápido escoamento das águas provenientes de chuvas, evitando alagamentos.
10) Solução para redução da mendicância, moradores de rua embaixo de viadutos, crianças pedintes, etc.
11) Placas de sinalização de ruas, bairros e rotas.
12) Sistema de prevenção a eventuais acidentes, tumultos, doenças e epidemias com a preparação de profissionais e construção de hospitais e postos de saúde.
13) Centrais de atendimento ao turista com informações e pessoal qualificado para um bom trabalho.
14) Proteção ambiental.
E que o Brasil seja campeão mais uma vez. Agora está com a faca e o queijo na mão!